"Só não se perca ao entrar no meu infinito particular"

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Bragança Pta, SP, Brazil
Ousarei um pouco daquilo que sou, do que possuo e represento. Apenas eu... Nem menina, nem mulher, nem mimada, nem vivida... Só Maíra.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Desabafo lunar I

Será que alguém vai ter que colocar isso forçado na minha cabeça ou terei de criar um mantra pra ficar repetindo pra mim mesma aquilo que eu já sei?

A noite não foi legal.
As pessoas estavam rindo, dançando e se divertindo.
Mas algo faltava em mim...
Ou sobrava demais.

Ele não foi.
Tbm nem se importou em ir.
Eu achei que nem faria diferença, droga!
Td bem, eu já sabia que isso aconteceria,será que nunca estarei errada?
Será que nunca me provarei o contrário?

Contrariada com tudo que tem acontecido.
Quero não mais pensar.
Pensei já ter esquecido.


Maíra

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Poeiras Lunares

"Eu só quero que todas as pessoas que fazem parte da minha vida, que dividem comigo esse espaço num universo tão grandioso, saibam quem eu não seria nada sem elas! Eu quero que os meus amigos saibam que cada um deles é o melhor, cada um sabe exatamente o que me dizer sempre que eu preciso, e na hora certa!A minha vida não teria sentido se não fosse pelos sorrisos de cada um, pela alegria estampada nos olhos... As gargalhadas compartilhadas, as lágrimas que alguns choraram comigo...Essa vida seria inútil, e o meu existir seria um vácuo num infinito de maravilhas se não fosse por cada um de vocês, meus amigos.Eu amo cada um com sua particularidade, cada gesto, cada palavra de conforto dita!Vocês são meramente essênciais nessa minha caminhada. Não me abandonem e conte comigo pra qualquer coisa!Amo vocês."

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Vontade de chorar, de gritar, de sair correndo...
Vontade de afagar os cabelos de alguém...
De atender o tel e ouvir eu te amo no fim da ligação.
Vontade de abraçar demoradamente.
De dar beijos inconsequentes.
Amar e ser amada.
Nada mais.

Maíra

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Fiel travesseiro.

A gente sempre diz que não vai chorar, mas sempre acaba chorando.
Diz que não vai sofrer, mas inevitavelmente acaba sofrendo.
Eu já disse até que não mais me apaixonaria... E quando vejo, já estou amando.
Eu choro, sorrio, choro, sofro, me alegro e choro de novo.
Se é amor o que eu sinto, qual o prazer de amar se esse sentimento leva toda a minha alegria?
Não se aprende a fugir do amor, não se aprende a se esconder do sofrimento, nem a driblar as paixões... são os sentimentos que driblam todas o nosso coração e machuca... Machuca tanto...
Eu falei que não queria chorar e não estou chorando. Só a chuva chora lá fora enquanto eu penso: não chore. E eu não choro.
Lembro-me dos momentos que não gostaria de lembrar, penso nos beijos hoje que eu não queria dar, penso nos abraços, nos carinhos recebidos que hoje só servem pra machucar. Nossas mãos unidas... Sorrisos!
Alegres sorrisos, risadas e gargalhadas que eu cansei de dar. Hoje nada fez sentido, sem o toque das suas mãos, sem nenhum beijo escondido, sem disparar o coração. Hoje até seus olhos desviaram dos meus. Menos de 48 horas essas paixões aparecem e desaparecem.
Noite de chuva, vou me deitar. Abraçar meu velho companheiro, sempre calado. Meu fiel travesseiro.

Maíra.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Aaaahh...!

Aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh...
Que vontade gritar, sair correndo, dar um beijo!...

Que vontade cantar mesmo que seja sem afinação
Vontade de sair dançando sem passos certos.

Que vontade de dizer eu te adoro, eu te amo!
Vontade de sorrir sem motivo...

Vontade de fechar os olhos... Sonhar!
Que vontade de abraçar alguém...

Vontade de deitar na grama molhada com a chuva...
Sair pisoteando a lama...

Vontade de estar com alguém
De estar ao lado daquele que só eu sei quem...

Ah.! Quantas vontades de você...!

Maíra.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Poeiras Lunares I, II e III

P.L. I

Sabe que hoje ao decidir escrever, fiquei surpresa comigo mesma. Há algum tempo percebi que só conseguia escrever quando sentia algum tipo de “exagero” de sentimento. Fosse esse sentimento a alegria, a tristeza, a saudade... Hoje porém, sinto uma completa harmonia de todos esses sentimentos, todos eles no mais perfeito equilíbrio. O que então me fez escrever?
Talvez tenha sido aquele elogio da semana passada que não sai do meu pensamento, ou aquela gargalhada que soltei com certas palhaçadas de alguém... Pode ser a lembrança de um beijo, o sorriso proporcionado por uma amizade. Pessoas novas? Velhas pessoas? Não sei. Só sei que me sinto bem.
Até voltei a apreciar a companhia do Jack no meu toca CD. Ah que delícia!
Dá até vontade de fechar os olhos e me perder no ritmo que embala a canção, mas não quero parar de escrever...

P.L. II

Friozinho na barriga... Ops!
Borboletas no estômago?! Desde quando? Será?
É tudo culpa do pseudonimo...
Pseudonimo? Nem tente, você não entenderá!

É a comunicação dos gatos
Com um som diferenciado
Troca-se uma vogal e a última letra por uma consoante
Eis que surge um culpado.

A culpa também pode ter sido da bebida
Coisas boas eram comemoradas
Mas foi o gato que bebeu?!
Quem tomou a “cervejada”?

Não havia quatro patas
Nem garras afiadas
Tinha em seus olhos uma vontade (mal) intencionada
Foi um salto perfeito, excelente pegada.

Eu parti, deixei o gato a espera da minha volta.
Gato na verdade não era, mas sua beleza ninguém negava.
Seu nome era que soava como miados de felinos solitários
Soltos na madrugada.

P.L. III

Entender? Deixe para quem viveu.
Gato, bebida, pegada?
Apenas delírios preciosos de quem escreveu.

Maíra.